23/07/2018

Câmara da Saúde da Mulher participa de fiscalização em maternidades

O objetivo é fiscalizar as maternidades e as casas de parto de Alagoas que fazem parte da rede cegonha

Para fortalecer a atuação da Enfermagem obstétrica e garantir qualidade da assistência nesses serviços, o Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (COREN-AL) começou a fazer fiscalizações em conjunto com a Câmara Técnica de Saúde da Mulher. Já foram fiscalizados: a Santa Casa de Misericórdia de São Miguel dos Campos e o Hospital Geral de Murici.

Segundo o coordenador de fiscalização do Coren-AL, Weslley Feitoza, o objetivo é fiscalizar a maioria das maternidades e casas de parto do estado de Alagoas que fazem parte da rede cegonha. “Queremos impedir o exercício ilegal de ‘parteiras’ que podem trazer ricos para a gestantes. Nesse sentido vamos atuar para que os enfermeiros obstetras tenham uma abertura de campo de atuação”, afirmou.

A enfermeira obstetra, Ana Paula Ramos, que acompanhou as fiscalizações, esclareceu que a Câmara Técnica de Saúde da Mulher vai considerar as especificidades e a dinâmica do conhecimento particular nesta área, sistematizando as ações para privilegiar uma política de qualificação dos serviços de enfermagem e, sobretudo, trazer benefícios reais e potenciais a toda sociedade.

“Participaremos das fiscalizações em Serviços de Enfermagem Obstétrica; Atenção Básica em Serviços de Enfermagem Obstétrica e de Atenção Hospitalar/Ambulatorial Especializada”, explicou Ana Paula.

O presidente do Coren-AL, Renné Costa, lembra que essa ação é resultado do primeiro Café com o Presidente que reuniu lideranças de outras entidades representativas da enfermagem em janeiro. Em abril, a equipe de fiscalização e da Câmara Técnica da Saúde da Mulher recebeu uma equipe do Cofen para capacitação e orientação sobre o assunto.

“Desde o início do ano já conversávamos da necessidade de fiscalizar as maternidades. Após um período de planejamento, conseguimos colocar em prática. Com o olhar diferenciado e especializado dos enfermeiros obstetras vamos conseguir fiscalizar com mais propriedade as casas de parto”, afirmou.




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